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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Palestra Dr. Dirceu Raposo de Mello
domingo, 13 de setembro de 2009
Avaliação cutânea de rotina de corpo inteiro realizada por dermatologista e detecção precoce de melanomas
Pesquisadores norte-americanos publicaram, recentemente, no Archives of Dermatology, um estudo em que determinaram a proporção de pacientes em um consultório privado de Dermatologia em que melanoma foi detectado, porém não era a queixa principal. Foi realizada uma análise retrospectiva de uma série de casos de um consultório privado de Dermatologia da Flórida, de Julho de 2005 a Outubro de 2008. Foram incluídos, na análise, pacientes com 126 melanomas, dos quais 51 eram invasivos e 75 eram melanomas in situ. A principal medida de desfecho foi a proporção de melanomas detectado como resultado de uma queixa do paciente vs proporção de melanomas detectados pela avaliação cutânea de corpo inteiro realizada pelo dermatologista (AVCI). Em uma análise secundária, foram utilizados regressão logística e odds ratios (ORs) da associação para examinar se a detecção pelo dermatologista, ao invés da queixa do paciente, associou-se à detecção de melanomas de menor espessura. Uma análise post hoc foi realizada utilizando um valor de corte de 1 mm de espessura para definir melanoma profundo. No total, 56,3% (IC95% = 47,6 – 65,1%) dos melanomas foram descobertos pelo dermatologista e não constituíam parte da queixa principal. Dos melanomas in situ, 60% (IC95% = 48,7 – 71,3%) foram detectados pelo dermatologista. A detecção pelo dermatologista associou-se significativamente a melanomas com menor espessura, com OR = 0,42 (P = 0,04). Foi encontrada associação significativa entre melanomas com menor espessura como um grupo (espessura <> Os pesquisadores concluíram que a maioria dos melanomas detectados em um consultório de Dermatologia foi resultado de uma avaliação cutânea de corpo inteiro realizada pelo dermatologista, sem ter havido queixa relacionada ao melanoma. A detecção pelo dermatologista associa-se a melanomas de menor espessura e ao aumento da tendência de se tratar de melanoma in situ. Uma resenha de Routine dermatologist-performed full-body skin examination and early melanoma detection - Archives of Dermatology; 2009;145(8):873-876
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Recorde de apreensão de medicamentos falsificados
Recorde de apreensão de medicamentos falsificados - 9/09/2009
A matéria publicada no O Estado de S. Paulo desta terça-feira, 8 de setembro, destaca que no primeiro semestre de 2009 foram localizadas 316 toneladas de medicamentos falsos no Brasil. Número extremamente superior ao do ano passado que foi de 45,5 toneladas.
No começo deste ano, o CRF-SP participou em São Paulo da Operação Tolerância Zero, ação conjunta com a Anvisa e a Polícia Federal. Apenas nos meses de março e abril foram inspecionados 36 estabelecimentos, sendo que 13 foram interditados. Em uma das cidades do interior, uma loja de eletrônicos foi flagrada vendendo medicamentos falsos e contrabandeados.
Um dos entrevistados na matéria foi o vice-presidente do CRF-SP, dr. Marcelo Polacow Bisson, que ressaltou que a população deve procurar estabelecimentos idôneos e com farmacêuticos presentes durante todo o horário de funcionamento. O CRF-SP também contribuiu com alguns critérios para identificar os medicamentos falsos, além de disponibilizar o disque denúncia do CRF-SP: 0800-770-2273 ou denuncia@crfsp.org.br .
FOnte: Site CRF-SP
Lista de genéricos deve crescer em dois anos 4/09/2009
Lista de genéricos deve crescer em dois anos 4/09/2009
A queda das patentes irá engrossar a fatia dos genéricos no mercado brasileiro, que hoje representa 18% dos medicamentos consumidos no país. Com as novas patentes vencidas, deverão se aproximar dos 30%, segundo projeções da indústria.
Estima-se que sempre que um medicamento genérico chega às farmácias e drogarias, tende a vender o dobro ou até o triplo do medicamento de referência. Segundo levantamento da Anvisa, 35% dos fármacos com patentes por vencer já têm um correspondente genérico desenvolvido e aguardam apenas a aprovação para ser produzidos industrialmente.
FOnte: Site CRF-SP
Farmácia Estabelecimento de Saúde
“Farmácia Estabelecimento de Saúde” é tema de debate em Brasília - 1°/09/2009
Os participantes do debate expuseram seus pontos de vista em relação à nova Resolução, contrários ou favoráveis às novas regras. Na oportunidade, dr. Dirceu reforçou a importância da assistência farmacêutica no ato da dispensação de qualquer medicamento. “Medicamento isento de prescrição não é isento de orientação”, enfatizou.
O promotor Jairo Bisol defendeu as novas regras para venda de medicamentos isentos de prescrição em farmácias e drogarias, que de acordo com a RDC 44/09 não poderão ficar mais disponíveis em gôndolas. “Não se trata de entregar o poder de escolha do cidadão ao farmacêutico, mas sim de garantir o direito à informação e assistência adequadas para que ele possa não apenas fazer boas escolhas, mas também o uso correto do medicamento”, declarou.
Ao longo do debate, o deputado federal Arlindo Chinaglia lembrou do alto índice de intoxicações provocadas pelo mau uso de medicamentos. “Segundo o Sinitox, cerca de 30% das intoxicações são causadas por medicamentos. Isso já mostra que o sistema deve ser repensado e que é razoável que aqueles que mais causam intoxicação (isentos de prescrição) devem estar atrás do balcão”, argumentou o deputado.
Contribuição do CRF-SP
O conselheiro CRF-SP dr. Rodinei Vieira Veloso esteve em Brasília (DF) para representar a entidade no debate. A luta para que farmácias e drogarias tenham caráter de atenção à saúde, não sendo caracterizadas como um simples comércio, é uma bandeira levantada há anos pelo CRF-SP. As discussões das Comissões Assessoras e de grupos de trabalho que contribuíram para a elaboração da RDC 44/09 são evidências do sucesso desse trabalho.
Fonte: site CRF-SP